Criado através da Lei no. 4.968 de 08 de abril de 1992, foi inaugurado dia 21 de agosto de 1992 às 16h00 o Autódromo Internacional de Londrina.
A construção do Autódromo foi feita através da parceria entre a Prefeitura Municipal de Londrina e a Petrobrás Distribuidora.
Este é o terceiro Autódromo Internacional construído no Paraná juntando-se ao de Cascavel e o de Pinhais, na grande Curitiba. Londrina, agora, pode assistir importantes provas do circuito nacional e internacional de automobilismo, como Fórmula 3, Fórmula Ford, Stock Cars, provas de motociclismo e outras.
O Autódromo possui uma pista principal com 3.146 metros de extensão, com áreas de escape nas curvas maiores. Ao lado desta pista, halestra para os espectadores que querem acompanhar as corridas por diversos ângulos de visão. Oferece também 30 boxes com capacidade para quatro carros cada, ambulatório médico, heliporto, 06 lanchonetes, torre de cronometragem de 04 andares, camarotes, amplo estacionamento e acomodações com capacidade para 35 mil pessoas.
Através da Lei no. 5.803 de 25/06/94, foi modificado o nome do Autódromo para Autódromo Internacional Ayrton Senna, em homenagem ao piloto brasileiro morto em 1/5/1994.
A construção do Autódromo foi feita através da parceria entre a Prefeitura Municipal de Londrina e a Petrobrás Distribuidora.
Este é o terceiro Autódromo Internacional construído no Paraná juntando-se ao de Cascavel e o de Pinhais, na grande Curitiba. Londrina, agora, pode assistir importantes provas do circuito nacional e internacional de automobilismo, como Fórmula 3, Fórmula Ford, Stock Cars, provas de motociclismo e outras.
O Autódromo possui uma pista principal com 3.146 metros de extensão, com áreas de escape nas curvas maiores. Ao lado desta pista, halestra para os espectadores que querem acompanhar as corridas por diversos ângulos de visão. Oferece também 30 boxes com capacidade para quatro carros cada, ambulatório médico, heliporto, 06 lanchonetes, torre de cronometragem de 04 andares, camarotes, amplo estacionamento e acomodações com capacidade para 35 mil pessoas.
Através da Lei no. 5.803 de 25/06/94, foi modificado o nome do Autódromo para Autódromo Internacional Ayrton Senna, em homenagem ao piloto brasileiro morto em 1/5/1994.
O Autódromo Internacional Ayrton Senna está localizado em Londrina, Paraná. O autódromo foi inaugurado no dia 23 de agosto de 1992, foi idealizado pelos clubes do esporte a motor, seus pilotos e aficionados, tendo como projetista o piloto Carlos Alberto (Beto) Colli Monteiro, com apoio dos também pilotos Carlos Roberto Lunardelli, Marcos Menezes Prochet, Paulo Roberto Colli Monnteiro, Sidney Wanderley Franchello entre outros associados e diretores do Automóvel Clube do Café e outros clubes. É uma das pistas mais largas do mundo, com larguras entre 12 e 15 metros, além de áreas de escape inéditas em "relevê", e sempre seguras para cada velocidade da pista, o que proporcionou projetar e executar esse circuito de competições para motos, carros, fórmulas, trucks, alem de um kartódromo, um oval 1/4 de milha com 20 metros de largura aser inaugurado, junto com 2 pistas para ultra-leves, motocross, skates, kampinge perfíl d'água para modelismo. numa área inferior a 500 mil metros quadrados. tendo sido construído graças a uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Londrina e a Petrobras Distribuidora.
O autódromo sedia provas da Fórmula Truck,Fórmula 3, Fórmula Ford, Stock Car, motociclismo, arrancadas, Trofeo Maserati e outras mais. O autódromo de Londrina é de média velocidade com duas retas 750 e 850 metros com 10 curvas sendo 3 de alta velocidade, 3 de média e 4 de baixa, são 6 curvas para esquerda perfazendo um perímetro de 850 metros e 4 curvas para direita com um perímetro de 750 metros.
PISTA 3,146M: Temos uma reta do box de 750m com uma curva para direita e outra para esquerda com uma freada muito forte (curvas compostas) e em seguida uma curva de 90º (curva de esquina), uma pequena retinha onde chegamos à curva da caixa d´agua para esquerda em subida que vai em direção ao “S” (único "S" com raios diferentes e duas dificuldades), sendo as curvas mais importantes do circuito por serem a entrada da reta principal de 850m. Desta curva é importante sair forte possível para engolir a reta mais rápido e ultrapassar concorrentes no final. Chegando no final da reta temos uma curva rápida que chamamos de mergulho, porque o piloto mergulha numa curva cega e logo na seqüência em outra curva para a esquerda. Este ponto é importantíssimo, onde os pilotos mais rápidos fazem a diferença. Em seguida, uma pequena reta que vai ao encontro de uma curva com uma freada muito forte, chamada curva do box. Trata-se de uma curva de 180º. Após esta curva, chega-se à curva da vitória, importantíssima, onde o piloto tem que achar o ponto certo para acelerar e conseqüentemente conseguir maior velocidade no final da reta do box.
Formula Truck de volta ao AutodromoDepois de duas temporadas sem correr em Londrina, a F-Truck volta ao Autódromo Internacional de Londrina Ayrton Senna no próximo final de semana (dias 1º, 2 e 3 de agosto) para fazer a sexta etapa do campeonato brasileiro de 2008.
A última vez que a categoria esteve na cidade mais populosa do norte do Paraná em 2005, com a vitória de Roberval Andrade (Scania) e o acidente mais grave da categoria envolvendo o piloto paranaense Wellington Cirino (Mercedes-Benz). O acidente deixou o piloto mais de 100 dias fora da pista que só voltou a correr depois de várias cirurgias no tratamento das fraturas na tíbia, perônio e oito no tornozelo do pé esquerdo.
A volta da F-Truck à Londrina marca uma das temporadas mais disputadas dos 12 anos de sua existência. A alternância de vencedores nas cinco primeiras etapas do ano – Beto Monteiro (Scania) em Guaporé, Roberval Andrade (Scania) em Goiânia, Felipe Giaffone (Volkswagen) em Caruaru, Geraldo Piquet (Mercedes-Benz) em Fortaleza e Wellington Cirino (Mercedes-Benz) em São Paulo, deixa uma expectativa a mais para o circuito londrinense. Quem deles vai repetir o primeiro lugar no pódio, ou vamos ter um novo vencedor em Londrina?
Dos cinco vencedores das cinco primeiras provas do ano, quatro deles já exibem troféu de campeão em estantes de suas casas. O pernambucano Monteiro ganhou em 2004, o paulista Roberval em 2002, o também paulista Giaffone em 2007 e o paranaense de Francisco Beltrão Wellington Cirino, o único tricampeão da F-Truck, que tem uma estante mais larga. São três troféus de campeão – de 2001, 2003 e 2005.
Já o time de pilotos que se colocam no grupo dos favoritos para a nova etapa também não é pequeno. Entre eles, Renato Martins (Volkswagen), o maior vencedor da categoria (27), o paranaense Diumar Bueno (Volvo), atrás de sua primeira vitória, Djalma Fogaça (Ford), vencedor em Londrina em 2001, Luiz Carlos Zappeline (Volvo) e Valmir Benavides (Volkswagen), além é claro, do piloto da casa Leandro Totti da Londrina Truck Racing, equipe comandada pelo ex-piloto Ernesto “Gardenal” Pívaro. “Começamos o ano trabalhando muito para acertar o motor eletrônico e já conseguimos ótimos resultados em treinos, mas nas provas ainda não tivemos a dose de sorte que precisamos”, conta Gardenal.
Na tabela de classificação, quem mais se destaca na briga pelo título desta temporada é o brasiliense Geraldo Piquet que lidera o campeonato com 98 pontos contra 74 de Roberval Andrade e 64 de Valmir Benavides de São Paulo que divide o terceiro lugar com seu companheiro de equipe Felipe Giaffone na RM Competições Volkswagen. O líder Geraldo Piquet que este ano resolveu passar de piloto em fase de desenvolvimento para um adversário temerário na briga pelo título, tem apresentado uma regularidade que não só o colocou na ponta do campeonato como está sendo apontado como o maior favorito para o título de 2008. “Nossa estratégia continua sendo a regularidade. Se conseguirmos mais um pódio e aumentar a diferença para Roberval, vamos ter mais tranqüilidade para trabalhar as quatro últimas etapas do campeonato”, diz o filho mais velho do tricampeão da Fórmula 1 Nelson Piquet, que tem uma vitória e três segundo lugares neste ano.
Mas a prova de Londrina ficou marcada mesmo pelo acidente de 2005 com Wellington Cirino, que mesmo depois de ficar mais de 100 dias fora das pistas voltou na penúltima etapa do ano em tarumã e ainda consegui se manter na liderança e levantar o título daquele ano. Cirino confessa que demorou muito para voltar a ter a mesma naturalidade para pilotar. “Até dois anos depois do acidente eu ainda sentia alguma diferença na forma de acelerar. Não era mais a mesma coisa. Agora não tenho receio algum de passar pelo local do acidente. Principalmente depois dessa vitória em Interlagos”, comentou com emoção, o piloto que novamente voltou a participar do pódio nesta temporada.
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